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Outubro Rosa: informação, prevenção e cuidado que podem fazer a diferença

há 9 horas
2 min de leitura
Mulher de costas com laço rosa no ombro; texto Outubro Rosa e mensagem sobre conscientização e prevenção do câncer de mama.

Todos os anos, o mês de outubro ganha uma cor e um propósito especial.


O Outubro Rosa é um movimento de conscientização sobre o câncer de mama e, principalmente, um convite para ampliar o acesso à informação, incentivar o cuidado com a saúde e reforçar a importância da detecção precoce.


Mais do que vestir rosa ou utilizar o laço que simboliza a campanha, participar do Outubro Rosa significa falar sobre um tema que faz parte da realidade de milhares de famílias brasileiras.



Médica mostra ultrassom a gestante sorridente em consultório claro, com prancheta rosa e maca verde.

Informação também é uma forma de cuidado


O câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente entre as mulheres brasileiras, desconsiderando os tumores de pele não melanoma, e permanece como uma importante questão de saúde pública no país.


Apesar da relevância do tema, a conscientização não deve ser baseada no medo. O objetivo é justamente o contrário: ampliar o conhecimento para que possíveis alterações sejam percebidas e investigadas de maneira adequada.


Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a detecção da doença em fases iniciais está associada a melhores resultados no tratamento. Por isso, reconhecer alterações suspeitas e procurar atendimento de saúde é parte fundamental do cuidado.



Conhecer o próprio corpo é importante


Estar atenta às próprias mamas ajuda a perceber quando algo diferente aparece. Atualmente, a orientação não é estabelecer uma técnica rígida ou uma data específica para realizar o chamado autoexame, mas conhecer o próprio corpo e observar alterações durante situações comuns do cotidiano.



Mulher de regata branca toca o peito e o abdômen em sala clara, com expressão de desconforto, com suspeita de câncer de mama.

Entre os sinais que precisam ser investigados estão:

  • Nódulo ou caroço endurecido na mama;

  • Alterações ou retrações na pele;

  • Pele com aspecto semelhante a casca de laranja;

  • Mudança no formato do mamilo;

  • Saída espontânea de líquido pelo mamilo;

  • Aumento progressivo de uma das mamas;

  • Aparecimento de nódulos na região das axilas ou do pescoço.





Essas alterações não significam necessariamente a presença de câncer, mas devem ser avaliadas por um profissional de saúde.


A mamografia faz parte da estratégia de detecção precoce


Além da atenção aos sinais e sintomas, existe o rastreamento realizado em pessoas que não apresentam alterações suspeitas.


Desde setembro de 2025, o Ministério da Saúde orienta que, no SUS, o rastreamento mamográfico populacional seja realizado prioritariamente em mulheres de 50 a 74 anos, a cada dois anos.


Mulheres fora dessa faixa etária também podem ter indicação para realização do exame, de acordo com avaliação e orientação profissional.


É importante lembrar que a mamografia de rastreamento não substitui a investigação de sintomas. Quando existe alguma alteração suspeita, a recomendação é procurar atendimento independentemente da idade. Cuide-se! Informe-se sobre exames, locais especializados e outros. Acesse: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/c/cancer-de-mama

 
 
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